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Método

Como citamos as fontes

Quase toda a joalharia “inspirada na história” nunca diz em quê. A nossa diz, em todas as peças, sempre no mesmo formato.

  1. 01

    Escolher um objeto real

    Cada peça começa num objeto que existe: escavado, publicado e guardado num museu ou num sítio arqueológico. Não começamos por um tema nem por uma figura histórica.

  2. 02

    Desenhá-lo à escala

    O objeto é desenhado como se desenha um achado: à escala, com vistas e secções. É desse desenho, e não de uma fotografia, que nasce a joia.

  3. 03

    Dizer o que mudámos

    Uma joia para usar todos os dias não pode ter sempre o peso ou o tamanho do original. Por isso classificamos cada peça como reprodução, interpretação ou inspiração livre.

  4. 04

    Citar a fonte

    A ficha de cada peça indica o objeto de referência, a cultura, a época, a região e, quando existe, o museu e o número de inventário.

O que nunca fazemos

  • “Usado por Cleópatra”, sem prova.
  • Fotografias de museu sem licença.
  • Símbolos sagrados ou funerários de culturas vivas.
  • Latão banhado vendido como “premium”.

O seu saco

O seu saco está vazio.

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